"Cuéntale que te conoci bailando, cuéntale que soy mejor que él..."
Pra dançar e matar a saudade dos boliches: Don Omar - Otra Noche
"Otra noche, otra noche, otra!!!"
Bom fim de semana!!!
9 de outubro de 2010
8 de outubro de 2010
Treme tudo!
Sexta-feira, quando a gente pensa que está tudo tranquilo sempre acontece algo imprevisto. Incêndio em favela, vídeo bomba de alguém, terremoto. TERREMOTO!!!
O tremor teve origem em Tocantins mas foi sentido também em Brasília. Eu não senti nada. Estava no Palácio do Planalto e fiquei sabendo do ocorrido pq o pessoal da redação me ligou.
Na CBN os computadores e o chão tremeram. Droga, perdi a emoção do terremoto! Foi o assunto do fim da tarde de sexta. Dizem as más linguas que foi a desculpa para os servidores públicos saírem mais cedo e aproveitarem o feriadão. Dizem que a população ribeirinha do Lago Sul e Norte ficaram assustadas com o alerta de tsunami no Lago Paranoá. Dizem que teve o dedo de Dilma e / ou Serra nesse tremor. Dizem que Justin Bieber faria um show para arrecadar fundos para auxiliar as vítimas do tremor.
Lá no Palácio do Planalto os brigadistas destrancaram as saídas de emergência para o caso de precisar evacuar o prédio. Pois é, lá as saídas de emergência são trancadas com cadeado. Vai entender!
O presidente Lula não estava. Gravou programas eleitorais, desmarcou a agenda e foi pro Alvorada.
Já que não vi o tremor e hoje é sexta feira, vamos fazer a noite brasiliense TREMEEEER!
Pé na jaca pra todo mundo!
O tremor teve origem em Tocantins mas foi sentido também em Brasília. Eu não senti nada. Estava no Palácio do Planalto e fiquei sabendo do ocorrido pq o pessoal da redação me ligou.
Na CBN os computadores e o chão tremeram. Droga, perdi a emoção do terremoto! Foi o assunto do fim da tarde de sexta. Dizem as más linguas que foi a desculpa para os servidores públicos saírem mais cedo e aproveitarem o feriadão. Dizem que a população ribeirinha do Lago Sul e Norte ficaram assustadas com o alerta de tsunami no Lago Paranoá. Dizem que teve o dedo de Dilma e / ou Serra nesse tremor. Dizem que Justin Bieber faria um show para arrecadar fundos para auxiliar as vítimas do tremor.
Lá no Palácio do Planalto os brigadistas destrancaram as saídas de emergência para o caso de precisar evacuar o prédio. Pois é, lá as saídas de emergência são trancadas com cadeado. Vai entender!
O presidente Lula não estava. Gravou programas eleitorais, desmarcou a agenda e foi pro Alvorada.
Já que não vi o tremor e hoje é sexta feira, vamos fazer a noite brasiliense TREMEEEER!
Pé na jaca pra todo mundo!
Sexta!
Ontem disse que escreveria aqui sobre o caos da cobertura de ontem. Desisti. Prefiro esquecer que fui encurralada, pisada, empurrada, etc etc etc. Tudo isso por conta da falta de organização dos assessores da petista e também de uma militância mal educada e que não respeita ninguém.
Ouvi de algumas senhoras que estavam lá que os jornalistas são comprados e que a gente não devia conseguir trabalhar mesmo. Pobre velha. Ela que está sendo enganada e eu é que sou comprada. Ok, não vou nem perder o meu tempo com isso.
Hoje é sexta. E nada melhor do que uma sexta sem plantão no fim de semana. Estou no Palácio do Planalto acompanhando a agenda relax do PR e por conta de uma matéria especial sobre Marina Silva e a dúvida do apoio a PT ou PSDB. Nara Lacerda começou a apuração e eu vou fechar.
Ouvi de algumas senhoras que estavam lá que os jornalistas são comprados e que a gente não devia conseguir trabalhar mesmo. Pobre velha. Ela que está sendo enganada e eu é que sou comprada. Ok, não vou nem perder o meu tempo com isso.
Hoje é sexta. E nada melhor do que uma sexta sem plantão no fim de semana. Estou no Palácio do Planalto acompanhando a agenda relax do PR e por conta de uma matéria especial sobre Marina Silva e a dúvida do apoio a PT ou PSDB. Nara Lacerda começou a apuração e eu vou fechar.
7 de outubro de 2010
Amém!
Cinco e quinze da madruga. O despertador toca e acaba com o meu sonho. Ainda bem. Sonhava que estava entrevistando o Índio da Costa e mais um monte de político. Odeio quando o trabalho se mete no momento mais precioso de todos, a hora de dormir.
Lembrei o motivo de ter que acordar uma hora mais cedo do que o habitual, tinha que pegar o voo das sete e meia para Belo Horizonte. Ou "Belzonti" para os mais íntimos.
Cheguei em BH e, como não poderia deixar de ser em qualquer capital, enfrentei o trânsito pesado da manhã! Demorei uma hora até chegar na redação mineira da CBN.
Na companhia do réporter Guilherme Ibraim fui para o Mercado Central da cidade. Uma maravilha! Me lembrou o Mercado Público de POA (que me lembrou o... melhor deixar pra lá!). Um monte de coisas gostosas! Pena que eu não tinha como carregar quase nada então só comprei um doce de leite pra família.
A coletiva da Dilma foi na parte superior do Mercado, em frente a uma Capela. Com Jesus Cristo e, salvo engano, Nossa Senhora de Fátima observando tudo. Algum motivo especial para isso? Nããão, imagina!
Claro que sim! Dilma quer afastar toda e qualquer dúvida sobre sua possível fé. Quer se aproximar dos segmentos religiosos para abocanhar boa parte do eleitorado de Marina Silva e amenizar a polêmica sobre o aborto.
Então o cenário foi montado. A capela, que só abre aos domingos, abriu as portas para a presidenciável. Momentos antes dela chegar, o portão de ferro foi aberto, as luzes acesas, uma toalha branca substituiu uma verde que estava sobre a mesa. Chegaram dois vasos com flores que foram distribuídos sobre a mesa. Mais uma vela para dar o clima.
Representantes da igreja católica estavam presentes. Jovens seminaristas entusiasmados com a visita da candidata. Ela falou sobre o aborto. Disse ser "pessoalmente contra" mas, sabe como é né, "como presidente não posso levar em conta apenas decisões pessoais, o tema tem que ser tratado como saúde pública". Enfim.
De lá corri para Ribeirão da Neves onde teve uma carreata. Esse nome soa familiar? Goleiro Bruno, dá o google ae! Pobre cidade, uma pobreza só. Muito feia.
Agora são quase dez da noite e estou no aeroporto. Esperando um voo da GOL que, pra variar, está... está... está... ATRASADO!
Saí de madrugada, voltarei pra casa de madrugada!!
PS - No próximo post falo um pouco sobre o CAOS que foi a cobertura de hj!
Lembrei o motivo de ter que acordar uma hora mais cedo do que o habitual, tinha que pegar o voo das sete e meia para Belo Horizonte. Ou "Belzonti" para os mais íntimos.
Cheguei em BH e, como não poderia deixar de ser em qualquer capital, enfrentei o trânsito pesado da manhã! Demorei uma hora até chegar na redação mineira da CBN.
Na companhia do réporter Guilherme Ibraim fui para o Mercado Central da cidade. Uma maravilha! Me lembrou o Mercado Público de POA (que me lembrou o... melhor deixar pra lá!). Um monte de coisas gostosas! Pena que eu não tinha como carregar quase nada então só comprei um doce de leite pra família.
A coletiva da Dilma foi na parte superior do Mercado, em frente a uma Capela. Com Jesus Cristo e, salvo engano, Nossa Senhora de Fátima observando tudo. Algum motivo especial para isso? Nããão, imagina!
Claro que sim! Dilma quer afastar toda e qualquer dúvida sobre sua possível fé. Quer se aproximar dos segmentos religiosos para abocanhar boa parte do eleitorado de Marina Silva e amenizar a polêmica sobre o aborto.
Então o cenário foi montado. A capela, que só abre aos domingos, abriu as portas para a presidenciável. Momentos antes dela chegar, o portão de ferro foi aberto, as luzes acesas, uma toalha branca substituiu uma verde que estava sobre a mesa. Chegaram dois vasos com flores que foram distribuídos sobre a mesa. Mais uma vela para dar o clima.
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| Preparativos. |
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| Tcharam! |
Representantes da igreja católica estavam presentes. Jovens seminaristas entusiasmados com a visita da candidata. Ela falou sobre o aborto. Disse ser "pessoalmente contra" mas, sabe como é né, "como presidente não posso levar em conta apenas decisões pessoais, o tema tem que ser tratado como saúde pública". Enfim.
De lá corri para Ribeirão da Neves onde teve uma carreata. Esse nome soa familiar? Goleiro Bruno, dá o google ae! Pobre cidade, uma pobreza só. Muito feia.
Agora são quase dez da noite e estou no aeroporto. Esperando um voo da GOL que, pra variar, está... está... está... ATRASADO!
Saí de madrugada, voltarei pra casa de madrugada!!
PS - No próximo post falo um pouco sobre o CAOS que foi a cobertura de hj!
6 de outubro de 2010
Serrando.
A quarta-feira foi de corre corre. Se não fosse assim não teria cara de meio de semana. Fiquei no pé dos tucanos.
Dizem que agora a partida está 0 a 0. O jogo do segundo turno começa, segundo eles, igual pra todo mundo. Os dois candidatos terão o mesmo tempo na propaganda política. O PSDB também sonha - e espera - o apoio do PV de Marina Silva. Nada mais, nada menos que 19 milhões de eleitores, salvo engano.
No discurso, Serra deu uma de Weslian (momento "eu defendo a corrupção) e falou que defendia o aborto. Silêncio na platéia. Ele se deu conta e corrigiu "não digo que sou a favor, sou contra!"
Quase fui esmagada pelos colegas. É isso que acontece quando as coisas não são organizadas. Todo mundo vira bicho.
Pois bem, Serra é chamado de presidente pelos seus colegas e aliados. Mas ainda falta uma batalha grande.
Por isso demos uma ajudinha pra ele entrar no Palácio do Planalto. Fizemos uma credencial de jornalista para o querido tucano.
Serra, espero que goste do presente!
Bobagens à parte, estou arrumando a mala. Amanhã cedo vou pra Belo Horizonte (belzonti) acompanhar a adversária do Serra. Quinta-feira no pé da Dona Dilma pra ela não ficar com ciúme!
A cúpula do partido se reuniu em Brasília com aliados. Todos muito otimistas com uma arrancada de José Serra.
Dizem que agora a partida está 0 a 0. O jogo do segundo turno começa, segundo eles, igual pra todo mundo. Os dois candidatos terão o mesmo tempo na propaganda política. O PSDB também sonha - e espera - o apoio do PV de Marina Silva. Nada mais, nada menos que 19 milhões de eleitores, salvo engano.
No discurso, Serra deu uma de Weslian (momento "eu defendo a corrupção) e falou que defendia o aborto. Silêncio na platéia. Ele se deu conta e corrigiu "não digo que sou a favor, sou contra!"
Quase fui esmagada pelos colegas. É isso que acontece quando as coisas não são organizadas. Todo mundo vira bicho.
Pois bem, Serra é chamado de presidente pelos seus colegas e aliados. Mas ainda falta uma batalha grande.
Por isso demos uma ajudinha pra ele entrar no Palácio do Planalto. Fizemos uma credencial de jornalista para o querido tucano.
Serra, espero que goste do presente!
Bobagens à parte, estou arrumando a mala. Amanhã cedo vou pra Belo Horizonte (belzonti) acompanhar a adversária do Serra. Quinta-feira no pé da Dona Dilma pra ela não ficar com ciúme!
Vai um pão de queijo aí?
Prima Maldade.
Todo mundo tem momentos assim. E haja veneno!
Leia abaixo o texto "Prima Maldade" de Tati Bernardi.
---
" Às vezes, minutos depois da chegada, ela desaparece com sua imensa mala vermelha cheia de apetrechos cortantes e pontudos.
Tão grande, forte, bonita.
Dá uma dor no peito aceitar o tchau, o carro já longe.
Eu sei que ela volta, a Maldade não dura muito mas sempre volta.
O problema é que dá a maior preguiça começar tudo de novo: as boas intenções, acordar cantando, sorrir que nem boba por aí.
Como eu queria, alguns dias a mais, que ela ficasse.
Essa prima que vem de longe só porque fico numa saudade infinita e imploro com minha melhor lábia!
Durante sua estadia, como nos divertimos!
Mulher se dá bem demais com esse tipo de parente.
E vai dizer que o mundo, com suas picuinhas, chatices,e falsidades, não merece essa linda e imbatível parceria brilhando ao sol?
É preciso sinceridade.
Existe essa coisa incrível chamada nobreza de caráter e fofurinha de alma.
A vontade de aceitar a vida, perdoar as traições, ser amiga de todo mundo, alegrar pessoas. Gostar de gente.
Pior: gostar das pessoas como elas são.
Mas existe também a anti-heroína ultracharmosa e necessária que vai mentir um pouco só para rir depois.
Vai dar o troco com gosto.
Vai fofocar até não suportar mais tanto veneno.
É ou não é?
Prima querida, a vida é muito melhor (e mais digna) sem você.
Mas quando você vem, junto chega essa sensação de ser inteira e honesta.
De saber que tem a hora de estender a mão mas tem também a de empurrar um pouco.
Santo é tão improvável que vira santo, já parou para pensar?
A bondade é essa loucura que me leva para longe.
Depois, na chuva, no escuro, no frio, na lama, eu pequena, o mundo gigante e quase impossível.
Eu olho para o chão e vejo seus saltos altíssimos de bico fino.
É ela que reaparece sarada e maquiada para me resgatar.
Ai subo em suas costas e não tem para ninguém."
(Tati Bernardi)
5 de outubro de 2010
Saudades!
Seis anos depois da formatura no Colégio Militar conseguimos fazer o primeiro encontro "oficial" da turma. Foi na última sexta-feira. Uma pena que o quorum foi baixo. Mas mesmo assim os poucos minutos que estivemos juntos serviram para relembrar bons momentos.
Estudei da 5ª série ao 3º ano no CM de Brasília. Lembro muito bem do primeiro ano. Cheguei no final de julho de 1998, era um peixe fora d'agua. Não só pelo meu sotaque gauchesco, não só pelo fato de todos já terem suas "turmas" e eu não ter amigo nenhum. Lembro que ganhei um apelido que não me agradava: "da botinha". Isso pq eu usava uma bota ortopédica ao invés do sapato do uniforme. Todos me chamavam assim e isso, obviamente, me incomodava muito. Um bullying, pra ficar mais chique. Mas naquela época ninguém dava bola pra isso. Eu dava. E muitas vezes chorei pq odiava essa cidade, odiava aquelas pessoas e me sentia muito sozinha.
Mas o tempo foi passando. Tirei a "botinha", o apelido continuou mas eu nem me importava mais. Entrei pra equipe de vôlei (era a capitã do time e me achava por isso), pra equipe de futebol (só enrolava), pra torcida organizada (a época de olimpíadas era a melhor!), fui presidente do Grêmio da Cavalaria e fiz muitos e bons amigos. Passei a amar Brasília.
Aprendi a lidar com a disciplina militar obrigatória do colégio. Adorava participar da formatura. Sempre desfilava no fundo, cantava alto o hino, marchava super empolgada. Adorava a educação física. Passava o dia no colégio, em um turno estudando, no outro praticando esporte ou jogando conversa fora. Tinha as manhas para desdobrar um monitor quando não queria assistir aula, quando não queria fazer formatura. A gente aprende a burlar as regras.
Achava que aquilo nunca ia terminar. Os amigos iam embora e, anos depois, quando os pais eram novamente transferidos para Brasília, voltavam.
A gente fazia churrasco em sala de aula, sem ninguém saber. Um dia fizemos um churrasco no parque da cidade, a maioria dos alunos estava matando aula. Eu, que fazia parte do fundão, ajudei a organizar.
Em 2004 tudo mudou. Passei na faculdade e saí do colégio no meio do ano. A maioria dos alunos fez isso. Ainda tenho contato com algumas pessoas, ainda bem que a internet nos proporciona isso. Com as minhas grandes amigas, falo quase todos os dias e vejo quase todo fim de semana.
Espero que a gente consiga fazer um encontro que reúna boa parte daqueles 300 colegas de CM.
Estudei da 5ª série ao 3º ano no CM de Brasília. Lembro muito bem do primeiro ano. Cheguei no final de julho de 1998, era um peixe fora d'agua. Não só pelo meu sotaque gauchesco, não só pelo fato de todos já terem suas "turmas" e eu não ter amigo nenhum. Lembro que ganhei um apelido que não me agradava: "da botinha". Isso pq eu usava uma bota ortopédica ao invés do sapato do uniforme. Todos me chamavam assim e isso, obviamente, me incomodava muito. Um bullying, pra ficar mais chique. Mas naquela época ninguém dava bola pra isso. Eu dava. E muitas vezes chorei pq odiava essa cidade, odiava aquelas pessoas e me sentia muito sozinha.
Mas o tempo foi passando. Tirei a "botinha", o apelido continuou mas eu nem me importava mais. Entrei pra equipe de vôlei (era a capitã do time e me achava por isso), pra equipe de futebol (só enrolava), pra torcida organizada (a época de olimpíadas era a melhor!), fui presidente do Grêmio da Cavalaria e fiz muitos e bons amigos. Passei a amar Brasília.
Aprendi a lidar com a disciplina militar obrigatória do colégio. Adorava participar da formatura. Sempre desfilava no fundo, cantava alto o hino, marchava super empolgada. Adorava a educação física. Passava o dia no colégio, em um turno estudando, no outro praticando esporte ou jogando conversa fora. Tinha as manhas para desdobrar um monitor quando não queria assistir aula, quando não queria fazer formatura. A gente aprende a burlar as regras.
Achava que aquilo nunca ia terminar. Os amigos iam embora e, anos depois, quando os pais eram novamente transferidos para Brasília, voltavam.
A gente fazia churrasco em sala de aula, sem ninguém saber. Um dia fizemos um churrasco no parque da cidade, a maioria dos alunos estava matando aula. Eu, que fazia parte do fundão, ajudei a organizar.
Em 2004 tudo mudou. Passei na faculdade e saí do colégio no meio do ano. A maioria dos alunos fez isso. Ainda tenho contato com algumas pessoas, ainda bem que a internet nos proporciona isso. Com as minhas grandes amigas, falo quase todos os dias e vejo quase todo fim de semana.
Espero que a gente consiga fazer um encontro que reúna boa parte daqueles 300 colegas de CM.
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